A estação disseminadora de larvicida parece um balde plástico com uma espécie de tampa.
Dentro dele tem água com um larvicida biológico que só faz mal ao mosquito Aedes aegypti.
O mosquito entra na estação de larvicida atraído pela água e pelo odor do princípio ativo e é contaminado, mas não morre na hora.
Ainda espalha o larvicida matando ovos e larvas do Aedes.
Nesta segunda-feira (9), o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Jean Miranda Euflausino, em Maringá, ganhou uma estação de larvicida.
A agente de endemia Ana Paula Rodrigues foi quem instalou a armadilha. [ouça o áudio]
O secretário de Saúde Antônio Carlos Nardi diz que serão instaladas 3.500 armadilhas em vários pontos da cidade. [ouça o áudio]
Outro diferencial desta tecnologia é a capacidade de monitoramento do comportamento do mosquito.
Paletas presentes na armadilha vão gerar dados que depois serão analisados com uso de inteligência artificial.