Nova metodologia
Saúde irá instalar armadilhas para Aedes aegypti em escolas e Cmeis
Aedes aegypti
O primeiro levantamento rápido de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus, foi divulgado pela Secretaria de Saúde de Maringá nesta quarta-feira (4) e aponta um índice médio na cidade de 1,8%, ou seja, a cada 100 casas visitadas pelos agentes de endemias, quase duas, tinham focos.
Um índice acima do tolerado pela Organização Mundial da Saúde, que é de no máximo 1%.
Em algumas regiões da cidade a situação é mais crítica.
São 11 regiões em vermelho no mapa do Aedes aegypti. O índice mais alto encontrado é na região do Conjunto Guaiapó, com 3,3%.
Os focos estão principalmente em recipientes com água: o vasinho debaixo da planta, o tambor atrás da geladeira e até o coletor de água da chuva.
Os pneus estão voltando a abrigar focos do mosquito.
Em janeiro deste ano a Secretaria de Saúde de Maringá notificou 444 casos suspeitos de dengue e oito confirmações.
Lembrando que o ciclo epidemiológico da doença agora é contado anualmente. Então teve início novamente no dia 1º de janeiro.
Ouça o que diz o secretário de saúde Antônio Carlos Nardi:
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