Polícia leva suspeito de matar bailarina ao local do crime
Maria Glória Poltronieri Borges | Foto: Reprodução/Facebook

Caso Magó

Polícia leva suspeito de matar bailarina ao local do crime

Segurança por Portal GMC Online em 20/02/2020 - 14:55

O delegado de Mandaguari, Zoroastro Nery, responsável pelas investigações do assassinato da bailarina Magó, levou um dos suspeitos de envolvimento na morte até o local do crime, na tarde de quarta-feira, 19. A informação foi confirmada por um investigador da Polícia Civil ao GMC Online.

De acordo com a apuração, o delegado levou um rapaz ao local para que ele pudesse esclarecer por onde passou na madrugada em que a bailarina Magó foi assassinada, na Cachoeira Massambani, em Mandaguari.

O suspeito levado até a cachoeira é um dos três que tiveram materiais genéticos coletados e enviados ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. A Polícia Civil não divulgou nenhum detalhe sobre os suspeitos para não atrapalhar as investigações. O resultado dos exames deve sair nos próximos dias.

 

Polícia Civil fez busca apreensão em Apucarana

Ainda sobre o caso, a Polícia Civil de Mandaguari cumpriu esta semana um mandado de busca e apreensão em Apucarana. O local onde foi cumprido esse mandado não foi informado. Outras duas testemunhas de Apucarana foram identificadas e ouvidas pelo delegado Zoroastro Nery esta semana.

Ao todo, os dois delegados que acompanham o caso ouviram mais de 50 pessoas e aguardam os resultados dos exames do IML para definir os próximos rumos da investigação. A Polícia Civil não está divulgando mais detalhes para não atrapalhar o inquérito.

 

Bailarina sofreu violência sexual

O laudo divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Maringá confirmou que a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges sofreu violência sexual. A informação foi confirmada pelo delegado Diego Almeida, responsável pela delegacia de homicídios de Maringá e que auxilia na investigação do caso.

Magó foi encontrada morta na tarde do dia 26 de janeiro, depois de ter ido acampar na cachoeira Massambani, em Mandaguari. Um outro exame realizado pelo IML apontou que a jovem foi morta por estrangulamento.

 

Por: Fábio Guillen/GMC Online