Professor é preso em Maringá suspeito de abusar de oito alunas
Carina Bernardino/CBN

Escola municipal

Professor é preso em Maringá suspeito de abusar de oito alunas

Segurança por Carina Bernardino em 14/02/2019 - 22:50

Segundo o Nucria, as vítimas, de 8 a 11 anos, teriam sido abusadas durante e fora das aulas de educação física. A Secretaria de Educação diz que o servidor foi afastado do cargo há quatro meses, após a primeira denúncia. O Conselho Tutelar também acompanha as investigações

Um professor de 44 anos da rede municipal de ensino de Maringá foi preso na tarde desta quinta-feira (14) suspeito de ter abusado sexualmente de oito alunas. Os abusos teriam ocorrido durante e fora das aulas de educação física. A denúncia foi feita em janeiro deste ano pela avó de uma das vítimas, que percebeu a mudança no comportamento da neta. Os casos são investigados pelo Nucria - Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente de Maringá, como relata a delegada Karen Friderich Nascimento.

A delegada diz que quando o caso chegou à polícia a escola já tinha tomado providências administrativas e acionado o Conselho Tutelar. Para o Nucria, o suspeito pode ter violentado outras meninas, já que trabalha na escola municipal desde dezembro de 2013.

A secretaria Municipal de Educação de Maringá ressalta que a primeira suspeita de abuso de uma menina de dez anos foi registrada no dia 24 de outubro de 2018 e, que desde lá, o professor já foi afastado do cargo e da escola.

Na época, todos os órgãos municipais, como a Seduc e o Conselho Tutelar, foram comunicados sobre as suspeitas. O professor suspeito também foi ouvido e negou os abusos. Outro procedimento adotado foi o de comunicar os pais das alunas sobre as suspeitas. O Conselho Tutelar também foi procurado pela reportagem da CBN e deve ser pronunciar sobre os casos nesta sexta-feira (14).

Na semana passada foi registrado outro caso de abuso o sexual de crianças e adolescentes. Um homem foi detido em Maringá suspeito de violentar a filha e a enteada, de 9 e 13 anos. A prisão ocorreu no dia 8 pela Polícia Civil após denúncia anônima.