Movimento Unidos pela Educação promove carreata pedindo prioridade às aulas presenciais
Luciana Peña/ CBN Maringá

Maringá

Movimento Unidos pela Educação promove carreata pedindo prioridade às aulas presenciais

Educação por Luciana Peña em 07/03/2021 - 18:00

A carreata saiu pelas ruas de Maringá neste domingo (7)  e parou em frente à casa do prefeito. Pais entendem que as escolas precisam ficar fechadas neste momento da pandemia, mas querem que na retomada das atividades a educação esteja em primeiro lugar

As escolas ficaram fechadas durante todo o ano de 2020. 

2021 começou com a retomada das aulas presenciais em Maringá. 

Mas no final de fevereiro, veio o aumento de casos de coronavírus como reflexo das festas de fim de ano, das aglomerações durante o carnaval, do relaxamento do autocuidado e da nova variante. 

Os hospitais estão mais do que lotados. Estão improvisando leitos para atender a todos que estão numa dramática fila de espera. 

As aulas presenciais foram suspensas. Mas o decreto estadual publicado no final da semana passada permite a retomada de aulas com no máximo 30% da capacidade a partir de quarta-feira, dia 10

A prefeitura de Maringá já avisou que vai publicar um decreto mais restritivo que o do Estado e não vai permitir a retomada das aulas presenciais

Neste domingo (7), uma carreata organizada pelo Movimento Unidos pela Educação percorreu ruas e avenidas de Maringá e parou em frente à casa do prefeito Ulisses Maia com um buzinaço para pedir prioridade à educação. 

O Movimento é formado por pais de alunos de escolas públicas e privadas. 

Lucas Helbe, de 15 anos, sente saudades do convívio com os colegas e professores. [ouça o áudio acima]

Integrante do Movimento, a mãe de uma menina de três anos, Kazuza Coelho, diz que a filha está ficando doente longe da escola. Os pais entendem que não dá para reabrir as escolas neste momento, mas querem que a educação seja prioridade e que as escolas sejam as primeiras a retomar as atividades presenciais quando for possível. [ouça o áudio acima]

O Movimento Unidos pela Educação vai entregar um documento aos vereadores com parecer de especialistas sobre as aulas presenciais e vai pedir que a educação seja, por lei, atividade essencial também em Maringá

A prefeitura informou que não vai se pronunciar em relação à manifestação