Médico defende mudança de paradigma no tratamento da Covid-19
Foto: Ilustrativa/Pixabay

Coronavírus

Médico defende mudança de paradigma no tratamento da Covid-19

Saúde por Luciana Peña em 08/12/2020 - 09:38

Pneumologista e diretor clínico de uma operadora de plano de saúde, Paulo Rodrigues de Lima estabeleceu um protocolo para aumentar a imunidade do organismo e tornar o ‘hospedeiro’ mais resistente ao invasor, que é o coronavírus.

Desde o início da pandemia, a medicina vem tentando entender o comportamento do coronavírus de um lado e de outro frear a contaminação.

O foco desde então para evitar o contágio é o isolamento social, o uso de máscara e a higienização.

Não existe tratamento para o coronavírus, mas uma vez contaminado o paciente é medicado para controlar os sintomas.

O que se sabe é que os casos mais graves de Covid-19 são de pacientes que têm comorbidades.

E entende-se que é importante ter uma imunidade alta.

É este o ponto principal de um protocolo desenvolvido por uma operadora de plano de saúde de Maringá.

A prestadora de serviço montou uma equipe de profissionais de saúde que desde o início da pandemia atende os pacientes do plano com coronavírus. Foram mais de mil. Destes, 28 tiveram que ser internados e dois morreram.

O protocolo desenvolvido pela operadora defende o fortalecimento do hospedeiro, que é o ser humano, na luta contra o invasor que é o vírus. Para isso, o pneumologista e diretor clínico da operadora Paulo Rodrigues de Lima, receita a vitamina D, essencial para a imunidade e a ivermectina, que evita a replicação do vírus, além das medidas de profilaxia. [ouça no áudio acima]

Quando há a contaminação, o pneumologista defende o tratamento precoce com um kit que é receitado pelo médico que está na linha de frente do combate ao vírus e que inclui hidroxicloroquina , zinco e corticóide. Além disso, é importante o monitoramento da saturação de oxigênio no sangue com o oxímetro, um aparelho que pode ser usado em casa. Mas ele reforça que cada paciente é um caso. [ouça no áudio acima]

O médico reforça que a defesa deste tratamento é com base em observação clínica e não em estudo científico.

 

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