Flávio Campana é indiciado por homicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver
O inquérito policial que apura o assassinato da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges foi entregue ao Ministério Pùblico. Mas investigação segue para apurar participação de outro suspeito.
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A bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó, tinha 25 anos. Ela foi encontrada morta no dia 26 de janeiro perto da cachoeira Massambani, em Mandaguari.
No final de fevereiro a polícia prendeu Flávio Campana, de 40 anos, acusado de ser o autor do crime.
O exame de DNA confirmou que é dele o material genético encontrado na vítima.
Nessa quinta-feira, o delegado de Mandaguari, Zoroastro Nery do Prado, entregou o inquérito ao Ministério Público.
Flávio Campana foi indiciado por homicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver.
As qualificadoras do homicídio são asfixia, motivo fútil, impossibilidade de defesa da vítima e feminicídio.
A investigação continua. No início, a Polícia coletou material genético de três pessoas. Dois exames já têm resultado. O de Flávio e um outro que foi descartado. Mas a polícia ainda aguarda o resultado do exame que foi feito com o material de um rapaz que é amigo de Flávio e estava com ele na cachoeira.
Em depoimento, esse rapaz disse que se perdeu de Flávio e não viu mais o amigo. Teria ido embora sem ele.
Caso o exame dê positivo, o delegado vai apresentar um complemento ao inquérito policial.