Apenas 20% dos alunos de pós-graduação da UEM têm bolsas de estudo
Foto: Divulgação/ASC-UEM

Pesquisa

Apenas 20% dos alunos de pós-graduação da UEM têm bolsas de estudo

Educação por Luciana Peña em 27/09/2021 - 10:12

Nos últimos dois anos houve corte de bolsas, principalmente do CNPQ. Mesmo assim, a UEM é uma das universidades estaduais que menos sofreram com os cortes. A pandemia mostrou como é importante investir em pesquisa.

A Universidade Estadual de Maringá tem 5 mil acadêmicos de pós-graduação. Destes, perto de mil têm bolsas de estudo. São bolsas bancadas com recursos federais e estaduais.

De 2019 a 2020, a UEM perdeu perto de 200 bolsas para pesquisa, a maior parte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

O programa de mestrado foi o mais afetado, com um corte de 60% nas bolsas. O doutorado sofreu um corte de 15%, diz o pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UEM, Luiz Fernando Cótica. [ouça o áudio acima]


Apesar do corte, na comparação com outras universidades estaduais a UEM foi a menos afetada. A Universidade Estadual do Rio de Janeiro, por exemplo sofreu um corte de 40% no programa de bolsas de doutorado, segundo dados do Portal da Transparência. [ouça o áudio acima]

Os cortes vão na contra-mão do que a pandemia revelou ao mundo: a importância do investimento em pesquisa, diz o professor. [ouça o áudio acima]

Por outro lado, na pandemia, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações abriu editais para pesquisa sobre Covid-19 e a UEM venceu um edital de R$ 2 mi para a instalação de um laboratório de estudo de vacinas.

 

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