Maringá tem o gás de cozinha mais caro do Paraná, aponta pesquisa da ANP
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Maringá tem o gás de cozinha mais caro do Paraná, aponta pesquisa da ANP

Economia por Ricardo Freitas/GMC Online em 02/02/2024 - 14:25

 

 

Maringá tem o preço médio do gás de cozinha mais elevado do Paraná. É o que aponta a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O preço médio de revenda na Cidade Canção chegou a R$ 118,12, bem acima de cidades como Apucarana (R$ 91,14), Londrina (R$ 96,68), Curitiba (R$ 89,67) e Foz do Iguaçu (R$ 91,99). Confira a tabela completa abaixo.

 

De acordo com Francisco Carlos Laganar, presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado do Paraná (Sinegás-Maringá), a Cidade Canção tem o valor mais alto, porque o custo operacional é mais elevado comparado a outras cidades.

“Maringá é uma cidade mais cara , combustível, aluguel, escola, imóvel, tudo é mais caro aqui que outras cidades, isso acaba refletindo no preço maior. O custo para contratação de funcionário também é maior, se pagar só o piso da categoria, por exemplo, a gente não contrata ninguém”, comentou.

O Sinegás ainda afirmou que na pesquisa do Procon, o preço médio do gás de cozinha é menor, R$ 101,88. “Cabe enfatizar que na pesquisa da ANP apenas 16 revendas foram visitadas, porém, a cidade possui mais de 80 revendas autorizadas. Em comparação a pesquisa do PROCON, é possível ver uma diferença grande nos preços“, disse Laganar.

Mudança no ICMS

A partir desta quinta-feira, 1, abastecer o veículo e cozinhar ficarão mais caros. O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo cobrado pelos estados, vai subir para a gasolina, o diesel e o gás de cozinha.

O aumento reflete a decisão de vários estados de reajustar o ICMS para os produtos em geral para compensar perdas de receita. Na maior parte dos casos, os estados elevaram as alíquotas gerais de 18% para 20%. Como os combustíveis seguem um sistema diferente de tributação, os reajustes serão com valores fixos em centavos.

O aumento foi aprovado em outubro pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários estaduais de Fazenda. Esse é o primeiro reajuste do ICMS após a mudança do modelo de cobrança sancionado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em março de 2022.

Anteriormente, o ICMS incidia conforme um percentual do preço total definido por cada unidade da federação. Agora, o imposto é cobrado conforme um valor fixo por litro, no caso da gasolina ou do diesel, ou por quilograma, no caso do gás de cozinha.

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