Duplicação da PR-317 deve ocorrer se empresários bancarem projetos
Reunião realizada em junho sobre a duplicação da PR-317 com participação da Acim e Amusep (foto arquivo/CBN Maringá)

20 quilômetros

Duplicação da PR-317 deve ocorrer se empresários bancarem projetos

Paraná por Victor Simião em 04/07/2019 - 16:18

O custo dos estudos que formalizam o serviço é de R$ 3 milhões. Com o projeto pronto, o Governo do Paraná liberaria R$ 200 milhões para a duplicação. Empresários devem se reunir para decidir como custear os projetos, já que Amusep não tem verbas.

 

 

A duplicação da PR-317, entre Maringá e Iguaraçu, tem mais um capítulo. Dessa vez, retrata um momento positivo. É que representantes da região se reuniram com o Governo do Paraná nesta quinta-feira (04). O secretário de Infraestrutura e, Sandro Alex, afirmou que o Governo vai liberar os R$ 200 milhões para a obra. Entretanto, disse que a valor só deve ser liberado se alguém bancar os projetos executivos – que indicam como a obra deve ocorrer.

Esses estudos devem ficar em torno de R$ 3 milhões. Ao que tudo indica, a Associação Comercial de Industrial de Maringá (Acim) deve ser a responsável por levantar o valor. Não vai ser novidade. No ano passado, empresários financiaram o anteprojeto da obra, no valor de R$ 300 mil.

O trecho em discussão tem 20 quilômetros. E, nessa novela que se arrasta há anos, o capítulo anterior tinha uma dúvida: quem iria bancar o projeto? A Amusep, Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense, disse que seria a Acim, até porque a entidade não tem dinheiro.

Ao que tudo indica, esse é o caminho a ser feito. A obra é importante para a região e a Acim vai liderar as reuniões, afirmou um dos vice-presidentes da associação, Mohamad Ali Awada.

O vice-presidente da Amusep, Romualdo Batista, prefeito de Mandaguari, disse que a entidade vai ser parceira na discussão.

A expectativa é que se o projeto foi feito por empresários, o tempo para abrir a licitação e o início das obras leve menos de dois – tempo que poderia levar caso tudo ficasse na mão do Governo do Paraná.