Maringá quase não tem áreas urbanas para expansão
A cidade praticamente só pode crescer para a região sul, diz o empresário Teo Granado, da diretoria do Secovi, Sindicato da Habitação e Condomínios. Para que este crescimento seja planejado é preciso suprir os novos loteamentos com serviços públicos como creches e transporte coletivo. Hoje as loteadoras reservam terrenos para a construção destes equipamentos públicos. Mas a obra pode ser demorada e não atender os anseios dos moradores. Granado defende um novo modelo, em que a própria loteadora constrói as estruturas de uso comum em parceria com o poder público e entrega a área pronta para morar.