Dia dos avós e a tradição do crochê e tricô

26/07/2024 / Atualizado em 26/10/2025 Por Luciana Peña
Dia dos avós e a tradição do crochê e tricô

Mesmo com tantas opções de peças industrializadas, o trabalho manual com linhas, lãs e agulhas ainda desperta muito interesse. E graças principalmente às avós. 

Muita gente tem lembrança da avó fazendo crochê ou tricotando.

Mas o trabalho manual com linhas e agulhas não é coisa de pessoas mais velhas.

Tem muita mulher jovem e até homem, pegando na agulha para produzir peças exclusivas e que fazem muito sucesso. De roupas a bolsas, tapetes e objetos de decoração.

Mas se a moda do tricô e do crochê não morreu é graças às inúmeras avós que passaram a tradição adiante.

E novas avós tricoteiras e crocheteiras estão surgindo…

Neuci Almeida aprendeu crochê com a avó e hoje faz as peças do enxoval do netinho Felipe, que está para chegar. [ouça o áudio]

Mariluce Amaral também aprendeu crochê com a avó e hoje ensina a neta a fazer as primeiras correntinhas. A lembrança da avó fazendo crochê não sai da memória. Foi um momento acolhedor na infância. [ouça o áudio]

No Paraná, tem até uma cidade que é capital do crochê: Barbosa Ferraz.

Em Barbosa, muitas avós ensinam as filhas e netas a crochetar. E o crochê é mais do que um passatempo, é uma fonte de renda.

A família Souza é um exemplo. A adolescente Maria Eduarda, de 17 anos, aprendeu crochê com a mãe, que por sua vez aprendeu com a matriarca da família, Maria Aparecida.

Três gerações de crocheteiras.

Quando era criança, Duda lembra de ver a avó fazendo crochê por todo canto da casa, até quando ia visitar as amigas e levava a neta junto. [ouça o áudio]

Hoje Duda faz peças de crochê que a mãe vende na lojinha da associação de crocheteiras de Barbosa. Renda para toda a família. E graças a avós, como Maria Aparecida, a tradição do crochê vai longe. [ouça o áudio]

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