Mobilização nacional

Começa coleta de material genético de familiares de desaparecidos

24/08/2026 / Atualizado em 24/08/2026 Por Assessoria
Começa coleta de material genético de familiares de desaparecidos
Imagem Ilustrativa | Foto: Albari Rosa/AEN

As polícias civil e científica do Paraná estão participando da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas.

A semana começou nessa segunda-feira e segue até sexta.

São 19 postos de coleta em todo o Estado, nas unidades da Polícia Científica.

Familiares que ainda não realizaram a doação de material genético poderão fornecer a amostra nos pontos oficiais. A iniciativa é mais um recurso para auxiliar na identificação e localização de pessoas desaparecidas e pode contribuir para trazer respostas às famílias.

O material genético coletado será comparado com perfis de pessoas não identificadas, vivas ou falecidas, cadastrados nos bancos locais e nacionais de perfis genéticos. As comparações são realizadas de forma contínua, com o objetivo de identificar possíveis vínculos de parentesco.

A coleta de material genético pode ser feita por meio de um cotonete, passado na parte interna da bochecha, ou por meio de uma pequena gota de sangue coletada do dedo.

É importante que, sempre que possível, a doação seja realizada por familiares de primeiro grau.

Na data escolhida para realizar a coleta de DNA, é importante levar um documento de identidade, informações do Boletim de Ocorrência do desaparecido (número, estado e delegacia). Caso possua, objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter DNA, como escova de dentes, dente de leite ou cordão umbilical. Esses materiais podem auxiliar no processo de identificação.

Em Maringá, o ponto de coleta é a Polícia Científica que fica na Travessa Jorge Pereira da Silva, nº 505, na Vila Ipiranga.