Brasil ainda está na primeira onda da pandemia, diz infectologista
Marcelo Burattini foi um dos convidados da mesa redonda “Saúde em tempos de pandemia” promovida pela Acim na noite dessa quarta-feira (7), no Dia Mundial da Saúde. O infectologista reforçou a importância dos comportamentos individuais: uso de máscara, distanciamento social e lavagem das mãos. Medidas que, neste momento, produzem mais efeito do que os curtos ‘lockdowns’. A oncologista e imunologista Nise Yamaguchi também participou da mesa redonda e alertou sobre as sequelas da Covid-19.
A mesa redonda “Saúde em tempos de pandemia” foi realizada na noite dessa quarta-feira (7), Dia Mundial da Saúde. O evento online foi promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá e transmitido no canal do Youtube da CBN Maringá.
Na abertura, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga falou sobre a importância da vacinação contra a Covid-19 e sobre a estrutura que o Brasil possui para a campanha de imunização. [ouça o áudio acima]
Os especialistas convidados foram a oncologista e imunologista Nise Yamaguchi, que é nascida em Maringá e foi cogitada para o Ministério da Saúde em 2020 e o infectologista Marcelo Burattini.
Vários temas foram tratados. Nise Yamaguchi alertou sobre as sequelas em pacientes que tiveram casos graves de Covid-19. [ouça o áudio acima]
A médica também falou sobre os tratamentos mais promissores que estão sendo estudados pela ciência. [ouça o áudio acima]
E elogiou o resultado do tratamento profilático divulgado em Chapecó. O prefeito da cidade catarinense assumiu o governo este ano e diz em fevereiro o número de casos ativos de coronavírus estava em 5 mil e 500 e nessa quarta-feira (7), havia caído para 569. [ouça o áudio acima]
Mas para o infectologista Marcelo Burattini, o discurso do tratamento precoce faz a população relaxar com os cuidados individuais: uso de máscara, lavagem de mãos e distanciamento social. Segundo o médico, falta ao país uma orientação e convencimento nacional sobre essas medidas, que podem frear o ritmo da pandemia, medidas que são mais eficazes do que os curtos 'lockdowns', o conhecido abre e fecha. [ouça o áudio acima]
O médico diz que o Brasil ainda está na primeira onda da pandemia e a vacinação pode seguir inclusive em 2022. Até lá as medidas de cuidados individuais não podem ser abandonadas. [ouça o áudio acima]
A mesa redonda “Saúde em tempos de pandemia” teve o apoio do GMC - Grupo Maringá de Comunicação.
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