Mobilidade Urbana
Maringá pode ter pontos fixos de locação por sistema eletrônico de bicicletas e patinetes elétricos
Cidade por Walter Téle Menechino/GMC Online em 25/02/2026 - 15:16Maringá poderá ter estações fixas de locação, por meio de plataforma tecnológica, de bicicletas convencionais e patinetes elétricos. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana lançou, na terça-feira, 24, edital com as regras para o credenciamento de empresas interessadas em explorar os serviços. O encerramento do processo será às 9 horas do dia 17 de abril.
Cada estação deverá conter no mínimo 12 vagas para bicicletas e 12 vagas para patinetes compartilhadas. Elas devem estar conectadas em rede de compartilhamento, ou seja, devem estar localizadas de maneira a garantir um intervalo regular entre as estações, “preferencialmente a uma distância máxima de 1 quilômetro”.
Segundo o edital, as estações não poderão obstruir circulação de pedestres, assim como de pessoas com mobilidade reduzida. E devem ser instaladas em locais de grande movimento e circulação de pessoas, “de preferência, próximos aos acessos onde podem ser vistos por todos, em local bem iluminado”.
Também se deve considerar estarem próximas a polos geradores de demandas (escolas, shopping, supermercados) e a malha cicloviária (ciclovias, ciclofaixas ou ciclorrotas). “É importante privilegiar as estações localizadas em áreas tipicamente de lazer, como parques e praças para inclusão das vagas para retirada e devolução de bicicletas infantis”. Os menores devem ser autorizados por responsáveis.
Os totens das estações poderão ser usados para exploração de publicidade. As estações poderão ser implantadas tanto nas calçadas quanto nos espaços destinados ao estacionamento de veículos, junto ao leito viário. Nesse caso, deve ser prevista a retirada da bicicleta pelo lado da calçada. Uma vaga de
estacionamento veicular pode ser ocupada, em média, por dez bicicletas.
O edital de credenciamento também sugere que “incentiva-se que se proponham estações em áreas atualmente pouco utilizadas por pedestres a fim de ressignificar espaços urbanos colaborando para a promoção de uma cidade mais receptiva para a mobilidade ativa. Locais abandonados podem ser transformados para um espaço frequentado”.
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