Aulas não presenciais retornam em Maringá no dia 25
Foto: PMM

Educação municipal

Aulas não presenciais retornam em Maringá no dia 25

Educação por Victor Simião em 19/05/2020 - 18:35

O plano com a iniciativa foi regulamentado por meio de um decreto municipal. Atividades deverão ser retirada pelos pais; alunos terão prazo para fazer o que for proposto.

Está confirmado: as aulas de forma não presencial retornam em Maringá no dia 25 de maio, próxima segunda-feira. Um decreto foi publicado na segunda-feira (18), regulamentando o chamado “Plano Emergencial de Aprendizagem Não Presencial”, desenvolvido pela Secretaria de Educação de Maringá. A medida é válida apenas para a educação municipal. Na sexta-feira (15), uma reportagem exclusiva da CBN Maringá adiantouo plano.

Em um relatório de 14 páginas, a Seduc estipula o plano como algo obrigatório durante o período de coronavírus. De modo geral, indica que cada aluno receberá uma apostila impressa com atividades, livros literários e materiais diversos. Esse conteúdo será válido por 15 dias - que serão contabilizados como dias letivos.  O professor deverá entregar o material ao responsável pela criança em horário previamente agendado, seguindo os protocolos para evitar a Covid-19. Após 15 dias, as atividades deverão ser devolvidas à escola. Cabe ao educador decidir como irá dar a devolutiva quanto às atividades - a Seduc indica o uso de telefone da unidade escolar ou qualquer outro meio que o professor julgar apropriado. A Secretaria se compromete em fazer um tutorial para orientar o professor sobre produções de vídeos e áudios que poderão ser enviados às famílias diária ou semanalmente.  

O plano aborda a educação infantil, ensino fundamental, integral e ensino de jovens e adultos. No caso da infantil,  para crianças de 0 a 3 anos, a Seduc indica atividades lúdicas. No ensino fundamental, o conteúdo deve abranger temas como história, matemática e outros.  A previsão é que o ano letivo termine no dia 21 de dezembro. 

O Sismmar, sindicato dos servidores municipais, disse à CBN não ter gostado do plano porque a prefeitura não ouviu as sugestões apresentadas pela entidade.