Vereadores de Maringá querem criar “chapão” para driblar efeitos das novas regras

27/02/2020 / Atualizado em 26/10/2025 Por Luciana Peña
Vereadores de Maringá querem criar “chapão” para driblar efeitos das novas regras

Nas eleições municipais deste ano estão proibidas as coligações para vereador. Na Câmara, apenas dois partidos são fortes o suficiente para garantir uma vaga: o PT e o PP. E tem vereador que ainda nem tem partido. 

Ouça, abaixo, a reportagem completa:






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Depois de sete mandatos consecutivos, um dos vereadores mais bem votados de Maringá, Belino Bravin, pode ficar fora das eleições municipais deste ano. É que Bravin está sem partido. 

Bloco de Áudio

Outros vereadores, mesmo que ainda em legendas, têm a mesma preocupação de Bravin. É que partidos de menor expressão correm o risco de não eleger candidatos nestas eleições. Isso por causa de uma nova regra eleitoral: a proibição de coligações para a disputa de cargos no Legislativo. O presidente da Câmara Mário Hossokawa, diz que a situação é mais confortável para o PP e o PT, mas de um modo geral todos os atuais vereadores estão preocupados. Hossokawa acredita que os eleitos serão de dois ou três legendas no máximo. 

Bloco de Áudio

A solução para os vereadores pode ser o tal “chapão” citado pelo vereador Belino Bravin. Um dos chapões poderia ser liderado pelo Cidadania, por exemplo, do vereador Flávio Mantovani. 

Bloco de Áudio

O PP tem como representante apenas o vereador Mário Hossokawa. E o PT tem dois vereadores: Mário Verri e Carlos Mariucci. O vereador Odair Fogueteiro, do PDT, pode levar vantagem se o prefeito Ulisses Maia disputar a reeleição pelo PDT. Caso mude de legenda a situação se inverte.