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Vendaval suspende aulas em escolas e creches de Maringá; veja quais foram afetadas

3/11/2026 / Atualizado em 3/11/2026 Por Thiago Danezi
Vendaval suspende aulas em escolas e creches de Maringá; veja quais foram afetadas
Foto: Prefeitura de Maringá

O forte vendaval que atingiu Maringá na madrugada dessa segunda-feira (2) provocou danos em escolas e creches e levou à suspensão das aulas em oito unidades das redes municipal e estadual nesta terça-feira (3). A maior parte dos colégios estaduais tem previsão de retomar as atividades normalmente, mas algumas instituições ainda dependem do restabelecimento da energia elétrica para confirmar o retorno.

Na rede municipal, a Secretaria Municipal de Educação anunciou a suspensão das aulas em quatro unidades devido aos danos e às condições estruturais provocadas pelo temporal. Já na rede estadual, quatro instituições tiveram as atividades suspensas em razão dos estragos registrados.

Escolas e CMEI municipais sem aulas nesta terça-feira

A Secretaria Municipal de Educação informou que as aulas estarão suspensas nas seguintes unidades nesta terça-feira (3):

Escola Municipal Odete Alcântara Rosa;

Escola Municipal Pioneira Mariana Viana Dias;

CMEI Dorcelina Folador;

Escola Municipal Ruy Alvino.

A medida é preventiva e foi adotada enquanto são realizadas avaliações técnicas e providências para garantir a segurança da comunidade escolar.

As assessorias pedagógicas entrarão em contato com as unidades para organizar a reposição dos conteúdos e da carga horária. O planejamento deverá assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos e das 800 horas mínimas anuais.

Foto: Reprodução | Prefeitura de Maringá

Quatro colégios estaduais também suspendem as aulas

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR), as aulas estarão suspensas nesta terça-feira (3) nas seguintes instituições estaduais de Maringá:

Colégio Estadual Tancredo de Almeida Neves;
Colégio Estadual Juscelino Kubitschek de Oliveira;
Instituto de Educação Estadual de Maringá;
Colégio Estadual João de Faria Pioli.

As quatro unidades registraram danos em coberturas e outras estruturas, além de pontos de alagamento e queda de galhos.

No Colégio Tancredo de Almeida Neves, houve comprometimento da quadra coberta. No Juscelino Kubitschek, galhos caíram sobre os telhados, exigindo cuidados adicionais para a limpeza e o acesso às instalações.

O Instituto de Educação Estadual de Maringá teve danos na cobertura e na área esportiva. Já no Colégio João de Faria Pioli, dois pavilhões precisam de reparos antes da retomada das aulas.
Colégios aguardam confirmação do retorno

A Seed-PR informou que a maior parte dos 33 colégios estaduais de Maringá tem condições de retomar as atividades normalmente nesta terça-feira. No entanto, algumas instituições ainda dependiam, até o fim da tarde desta segunda-feira, do restabelecimento do fornecimento de energia elétrica.

As unidades que aguardavam confirmação do retorno eram:

CEEBJA Professor Manoel Rodrigues da Silva;
Colégio Estadual Doutor Gastão Vidigal;
Escola Estadual Elvira Balani dos Santos;
Colégio Estadual Cívico-Militar Duque de Caxias;
Colégio Estadual Unidade Polo;
Colégio Estadual Tânia Varella Ferreira;
Colégio Estadual Cívico-Militar Ipiranga;
Colégio de Aplicação Pedagógica da UEM.

Também permaneciam sem energia elétrica os colégios estaduais Santa Maria Goretti, Branca da Mota Fernandes, Alberto Jackson Byington Júnior, Marco Antônio Pimenta, Tomaz Edison de Andrade Vieira e Vital Brasil.

Segundo a Seed-PR, nessas instituições não foram identificados, até o momento, danos estruturais que impeçam a realização das atividades escolares. A confirmação do funcionamento, porém, depende das condições de fornecimento de energia.
Equipes fazem avaliação dos danos

Desde as primeiras horas desta segunda-feira (2), o Núcleo Regional de Educação (NRE) de Maringá acompanha a situação das instituições estaduais, em conjunto com as equipes diretivas.

O trabalho inclui o levantamento dos danos, a identificação das necessidades mais urgentes e a organização dos atendimentos. As equipes também consideram as dificuldades de deslocamento provocadas pela queda de árvores e postes, que ainda comprometem o acesso a algumas unidades.

Nesta terça-feira, o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) deve iniciar inspeções nas instituições estaduais atingidas para avaliar os estragos e definir as intervenções necessárias. Os serviços de limpeza também estão sendo realizados conforme as condições de acesso e segurança.

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