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Uma “pátria educadora” não pode ter o número de adolescentes assassinados que tem

29/01/2015 / Atualizado em 25/10/2025 Por Gilson Aguiar
Uma “pátria educadora” não pode ter o número de adolescentes assassinados que tem

A afirmação é do advogado criminalista, especialista em homicídios, Israel Batista de Moura. Em entrevista à CBN Maringá, Moura fala sobre a cultura da violência que predomina no aparato de segurança e na sociedade civil. Segundo ele, nega-se a violência que se pratica dentro do cárcere brasileiro.