Formandos terão de tentar na Justiça o ressarcimento dos prejuízos

23/01/2023 / Atualizado em 25/10/2025 Por Letícia Tristão
Formandos terão de tentar na Justiça o ressarcimento dos prejuízos

Acadêmicos de medicina que ficaram sem a festa de formatura relatam a situação vivida. A Polícia Civil foi acionada para investigar. 

O transtorno vivido pelos acadêmicos de medicina de uma faculdade particular de Maringá ganhou repercussão nacional.

A empresa contratada pelos 123 formandos não entregou o previsto em contrato e deixou os acadêmicos na mão na semana do evento.

A Polícia Civil foi acionada para investigar o caso. Os acadêmicos registraram boletim de ocorrência e acionaram advogado para tentar reverter a situação ainda no sábado, sem sucesso. Os acadêmicos entraram com uma liminar, explica o advogado Alexandre Genta.

Os alunos alegam golpe de R$ 3 milhões, valor total pago pelos formandos ao longo dos anos de curso. A formanda Isabela Zucoli conta que a empresa parou de responder e que tentou adiar o evento em cima da hora, o que não foi aceito pelos acadêmicos. [ouça o áudio acima]

A orientação do advogado é que cada formando procure assessoria jurídica para tentar receber todo o custo que teve com o evento não realizado, um transtorno também para prestadores de serviços indiretos. [ouça o áudio acima]

Em cima da hora, uma empresa de Maringá organizou o evento para cerca de 40 formandos que fizeram um pagamento à parte para ter a festa de formatura.

O advogado orienta que as comissões de formatura busquem assessoria jurídica com antecedência. [ouça o áudio acima]

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