Sem eventos, Maringá deixou de arrecadar R$ 30 mi em 2020
Foram 150 eventos adiados desde o início da pandemia. Os dados são do Convention e Visitors Bureau e não consideram as perdas de arrecadação com os eventos menores.
Em 2020, Maringá não teve vestibular da UEM, não teve Expoingá, não teve Calouro Folia. Grandes eventos que movimentam a economia, lotam a rede hoteleira ficaram apagados no calendário de um ano marcado pela pandemia do novo coronavírus.
O Maringá e Região Convention e Visitors Bureau fez uma estimativa sobre o que isso representa para a economia local: 30 milhões de reais a menos, só de arrecadação para o município.
E isso considerando apenas grandes eventos. 80% desde cálculo, por exemplo, é sobre os eventos da UEM.
Não estão na conta, casamentos, formaturas, aniversários, entre outros. É por isso que o setor luta tanto para a retomada, diz o empresário Sérgio Takao Sato, membro do Conselho Superior do Convention. [ouça no áudio acima]
A prefeitura diz que vem analisando a evolução da epidemia para definir a flexibilização. O cálculo dos dados apresentados pelo Convention se baseia na quantidade de público, média de público de fora da cidade, quantidade de dias de evento e gasto médio diário por pessoa. Há ainda que se considerar o impacto econômico geral. Só a Expoingá, por exemplo, movimenta na cidade 600 milhões de reais.
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