“Profundo e intenso”, descreve jovem de Maringá que doou medula óssea

27/07/2023 / Atualizado em 25/10/2025 Por Letícia Tristão
“Profundo e intenso”, descreve jovem de Maringá que doou medula óssea

Todo o processo, desde a coleta dos exames, viagens e o transplante, é anônimo e custeado pelo SUS. Segundo a doadora , o sentimento de conseguir ajudar alguém dessa forma é indescritível.

Quase onze anos depois de fazer o cadastro para ser doadora de medula óssea, a jornalista de Maringá Lethícia Conegero, de 30 anos, recebeu a notícia de que poderia ser 100% compatível com uma pessoa que estava precisando de um transplante.

A compatibilidade para esse tipo de doação é rara, são características genéticas muito específicas, até entre familiares as chances são baixas.

O cadastro é feito no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

O banco de dados do inclui pessoas do Brasil todo. Lethícia conta que decidiu se voluntariar para ser doadora depois de uma amiga de infância precisar de um transplante. [ouça o áudio acima]

A doação é anônima. O doador compatível não sabe quem é a pessoa que vai receber o transplante de medula. Ela viajou mais de mil quilômetros, duas vezes, pelo SUS, para fazer o procedimento. [ouça o áudio acima]

Ela explica que existem dois tipos de procedimentos. [ouça o áudio acima]

Segundo ela, é até difícil descrever o sentimento de conseguir ajudar alguém dessa forma. [ouça o áudio acima]

Qualquer pessoa entre 18 e 35 anos, com bom estado de saúde, pode fazer um cadastro para se tornar doador de medula óssea. Basta procurar um hemocentro. [ouça o áudio acima]

O Paraná tem 567.941 doadores cadastrados.

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