Por que Clodimar Pedrosa Lô se tornou “santo de cemitério”?
A explicação está na 3ª edição do livro ” Sala dos suplícios”, lançada neste sábado (26). A sessão de autógrafos atraiu dezenas de pessoas interessadas nos detalhes desta história que comoveu a população de Maringá e do Paraná na década de 1960.
A história de Clodimar Pedrosa Lô, jovem que foi assassinado em Maringá na década de 1960, atraiu dezenas de pessoas ao lançamento da 3ª edição do livro ``Sala dos Suplícios ``do autor Miguel Fernando Perez Silva, colunista do CBN Arte e Cultura e conhecido pelas histórias da cidade no “Maringá Histórica”. A dona de casa Leonilda Aparecida Correia conta que era criança quando soube de um crime praticado pela Polícia. Para relembrar o caso, veio em busca do livro. [ouça o áudio acima]
A dona de casa Sebastiana Sanches Ribeiro garantiu um exemplar para a família que vive em Campo grande, no Mato Grosso do Sul. [ouça o áudio acima]
Um dos túmulos mais visitados no cemitério municipal é o de Clodimar Pedrosa Lô. Em novembro de 1967, o adolescente nordestino, na época com 15 anos, foi preso, torturado e morto por policiais, suspeito de roubo. O pai do adolescente, Sebastião Pedrosa Lô, veio do Ceará até Maringá e matou o acusador do seu filho, Atílio Farris. A história virou livro, filmes, música e documentário. Milagres atribuídos ao jovem foram sempre rejeitados pela família.
O autor do livro conta os motivos que levam Clodimar a ser conhecido como o “santo de cemitério” {ouça o áudio acima]

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