Polícia Civil refaz os últimos passos de Jeniffer Tavares
Luciana Peña/CBN Maringá

Reconstituição

Polícia Civil refaz os últimos passos de Jeniffer Tavares

Segurança por Luciana Peña em 20/05/2019 - 13:05

A reconstituição da morte da estudante de 16 anos foi na manhã desta segunda-feira (20).

A polícia civil começou a reconstituição da morte de Jeniffer Tavares pelo motel onde a estudante de 16 anos esteve com o suspeito do crime na manhã de domingo, 5 de maio. A imprensa não pode entrar. Os repórteres ficaram do lado de fora e as portas permaneceram fechadas. Lá dentro se percebia a movimentação dos policiais e do suspeito Carlos Alberto da Silva que dava a versão do que teria acontecido naquele dia. Familiares da vítima também acompanhavam do lado de fora. Depois de três horas de reconstituição no motel, o advogado da família saiu e conversou rapidamente com os jornalistas. Fausto Mochi foi contratado para auxiliar a acusação. Ele acredita que uma terceira pessoa participou do crime e que Jeniffer saiu viva do motel. Considera que houve omissão do motel, primeiro por ter deixado a jovem entrar e depois por tê-la deixado sair. Se a jovem estava passando mal, o socorro deveria ter sido chamado ali mesmo, diz o advogado.

Os advogados de defesa, no entanto, alegam que a reconstituição reforça a tese de que não houve estupro. O advogado Raffael Benassi disse também que o cliente nega ter matado Jeniffer e tentou socorrê-la.

Jeniffer foi encontrada morta num terreno baldio no dia 7 de maio. Foi vista pela família pela última vez no sábado, dia 4, quando saiu de casa para ir a uma festa com amigos. No domingo estava sendo procurada pela família que fazia apelo nas redes sociais. A reconstituição prosseguiu no local onde o corpo foi encontrado.

Atualizado às 14h15-  a CBN entrou em contato com o motel, mas ninguém da direção estava no momento.