Poços artesianos não são causa direta da seca do lago do Parque do Ingá
Estudo realizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) aponta que não há relação direta entre a abertura de poços artesianos e a redução de água do lago do Parque do Ingá. É o que diz o professor do departamento de Engenharia Civil da UEM Sandro Rogério Lautenschlager, coordenador de pós-graduação em Engenharia Urbana, e que está à frente do estudo. Segundo o professor, os poços captam água a 80 metros de profundidade. O lago, por sua vez, é abastecido por uma água mais superficial, vinda de nascentes e da chuva. A obra de rebaixamento da linha férrea interferiu no abastecimento do lago ao desviar canais de água da chuva e nascentes. No curto prazo, a solução para o lago será a construção de novos canais e no futuro a instalação de poços de infiltração, que aliás, são uma solução para alagamentos em toda a cidade.
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