Pioneiro no país, modelo da Adita foi multiplicado em mais de 100 associações pelo Brasil
No final de décadas de 1990, a legislação federal e estadual obrigavam a cadeia produtiva do defensivo agrícola a dar um destino correto às embalagens. Foi nesta época que surgiu a Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária (Adita). O diretor-executivo da Adita, Waldir José Baccarin, participou desta história desde o início. “Se este trabalho não tivesse sido realizado, em Maringá, no Paraná e no Brasil, hoje certamente estaríamos caminhando sobre embalagens de defensivos agrícolas”, diz Baccarin. O processo é o seguinte: o agricultor faz a tríplice lavagem da embalagem de agrotóxico. A Adita recolhe as embalagens nos pontos itinerantes e transporta até o destino final. Se a tríplice lavagem é feita de forma correta, a embalagem vai para o reciclador e depois volta ao ciclo produtivo. Quando a embalagem não é corretamente lavada o destino é a incineração, mas neste caso o custo é bem mais alto.
A entrevista foi realizada na sede da Adita/Inpev, dentro do projeto Estúdio Móvel CBN.
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