Operadora de saúde começa atender servidores municipais de Maringá nessa quarta-feira (2)

1/06/2021 / Atualizado em 26/10/2025 Por Luciana Peña
Operadora de saúde começa atender servidores municipais de Maringá nessa quarta-feira (2)

O contrato emergencial, após rompimento com a Sudamed, tem validade de 180 dias. Nesse meio tempo, alguns servidores precisaram pagar serviços médicos com dinheiro do bolso e querem ser ressarcidos. 

A filha do vendedor Jorge Ferreira nasceu no dia 9 de maio. A mulher de Jorge é servidora municipal de Maringá e esperava que o parto fosse pago pelo Sama- Sistema de Saúde dos Servidores Municipais de Maringá.

Mas naquela semana, a operadora contratada para a prestação de assistência à saúde, a Sudamed, já tinha anunciado o rompimento do contrato com a Prefeitura. E não havia nenhuma empresa no lugar.

Jorge bancou todas as despesas médicas. E não ficou barato. [ouça o áudio acima]

Nesta terça-feira a prefeitura anunciou a nova empresa que irá assumir o serviço: o Hospital Bom Samaritano. O processo de dispensa de licitação publicado no Diário Oficial do Município, informa que o valor estimado é de 12 milhões 953 mil reais, para o atendimento de 30.181 vidas ao valor de 71 reais e 53 centavos per capita. Bem acima dos 43 reais do contrato anterior com a Sudamed. A validade é de 180 dias, diz o secretário de Gestão de Pessoas, Clóvis Melo. [ouça o áudio acima]

Sobre a situação de Jorge, o secretário disse que a Procuradoria Jurídica está decidindo que medida adotar. [ouça o áudio acima]

Enquanto isso, Sudamed e Prefeitura ainda discutem a situação do contrato anterior. A Sudamed cobra do município uma dívida de 4 milhões de reais por causa do atendimento a pacientes com Covid-19 não previstos no contrato.

 

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