Ofertando acessibilidade, exposição “Reminiscência” segue até janeiro
Foto: Carla Guizelini

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Ofertando acessibilidade, exposição “Reminiscência” segue até janeiro

Cultura por Victor Simião em 27/12/2019 - 10:59

10 itens estão no teatro Calil Haddad. O objetivo é que as pessoas sintam e tenham experiências. 

A ideia para criar uma exposição que mexesse com os sentidos surgiu quando membros da Companhia Forféu se reuniram para produzir um espetáculo. Era o “De tudo quanto é gente”, uma montagem acessível para pessoas surdas e cegas. Daí veio um questionamento: por que não existem obras plásticas para pessoas com deficiência?

Foi por meio dessa dúvida que artistas maringaense se reuniram e criaram 10 itens que compõem a exposição “Reminiscência”. São materiais de alto e baixo relevo, esculturas e áudios. Uma pesquisa foi feita antes para que auxiliasse a criação das obras, disse artista plástica Carla Guizelin, de 24 anos, uma das idealizadoras do projeto. 

A exposição está no museu Museu Hélenton Borba Côrtes, dentro do Teatro Calil Haddad. As obras seguem até o dia 10 de janeiro no local. A entrada é gratuita. 

Aliás, como ainda tem tempo, a artista plástica Carla Guizelin espera que as que forem ver os trabalhos sintam a experiência com calma.

A exposição “Reminiscência” faz parte do projeto “Sentidos”, contemplado pelo prêmio Aniceto Matti, da Prefeitura de Maringá.