Mulheres russas podem mudar o rumo da guerra na Ucrânia?
A guerra começou em 24 de fevereiro quando a Rússia invadiu um país livre e sem que tenha sofrido qualquer agressão.
De lá para cá as imagens e informações que chegam até nós são dramáticas.
Nesta semana, em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse às mães, filhas, namoradas e mulheres de soldados que elas devem se orgulhar deles.
Mas será que é esse o sentimento que predomina entre as mulheres russas?
A socióloga russa Svetlana Ruseishvili, pesquisadora e professora na Universidade Federal de São Carlos, que tem família vivendo na Ucrânia e que acompanha dia a dia as notícias transmitidas pelos dois lados do conflito, acredita que as mulheres russas podem mudar o rumo da guerra quando tomarem consciência que não é uma operação militar especial e perceberem que os seus soldados estão matando e morrendo.
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