Maringá perdeu a oportunidade de testar novas rotas de ciclovias
É o que diz o arquiteto e professor da UEM na área de transportes, Thiago Botion Neri, que também é integrante da Ciclonoroeste, Associação de Ciclistas do Noroeste do Paraná. Muitas cidades aproveitaram o período de maior isolamento da pandemia para criar faixas provisórias em áreas de estacionamentos de carros. O resultado é que a população gostou e o que era provisório, em muitos casos se tornou permanente. Segundo o professor, a bicicleta é essencial para a mobilidade urbana porque as ruas e avenidas não têm condições de absorver o fluxo crescente de veículos. Mas a mudança é cultural e demorada.
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