Igrejas sérias seguem o Estatuto da Criança e do Adolescente, diz pastor
A Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá (Opem) divulgou uma nota de repúdio aos líderes religiosos acusados de explorar trabalho escravo infantil em Maringá. O pastor Tiago Gomes Batista de Almeida, membro da Opem, explica que a igreja envolvida na investigação do Nucria não faz parte da Ordem dos Pastores e durante a pandemia se recusou a reprimir aglomerações em cultos como o Poder Público determinava. O caso de crianças obrigadas a vender pizzas em falsas ações beneficentes denigre o trabalho sério realizado por outras instituições. Mas as igrejas evangélicas ligadas à Opem seguem à risca o Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA), diz o pastor.
Ouça a entrevista:
Leia a nota divulgada pela Opem - Ordem dos Pastores de Maringá:
(Reprodução/Facebook)
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