Greve na UEM é suspensa por 30 dias, mas continua em outras universidades

9/06/2023 / Atualizado em 26/10/2025 Por Brenda Caramaschi
Greve na UEM é suspensa por 30 dias, mas continua em outras universidades

A proposta de carreira, que contém alteração no piso e mudança de adicional de titulação,  foi encaminhada para a Casa Civil, mas negociações com o Governo não chegaram ao fim e não se descarta a volta da paralisação. 

A previsão é que, se as negociações com o Governo do Estado não avançarem, em um mês novas assembleias devem ocorrer entre os docentes das universidades estaduais.

A reposição salarial solicitada pelos professores é de 42%, que segundo eles, representa a defasagem atual por falta de reajustes. O presidente da Sesduem, Thiago Ferraiol, explica que a proposta enviada à Casa Civil depois de uma reunião entre o Governo e os reitores das universidades é um avanço, mas está longe de atender às reivindicações da classe e detalha a suspensão da greve. [Ouça o áudio acima]

Nem todas as universidades aderiram à suspensão da greve. Na Universidade Estadual de Maringá, pelo calendário letivo, as aulas voltariam no dia 26 de junho, mas caso não haja um ganho concreto para os professores até lá, pode haver prejuízo para os alunos. [Ouça o áudio acima]

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