Gilson Aguiar comenta o trânsito de Maringá
Dois acidentes nesta quinta-feira envolvendo motociclistas teve, em um deles, uma
morte. No outro, um adolescente está hospitalizado em estado grave. Diariamente o
trânsito em Maringá faz vítimas. Os números são expressivos. Lembram o excesso
dos condutores de veículos, mas também, um ambiente urbano que valorizam dois
modais perigosos.
A opção por uma moto ou carro está na agilidade que os dois permitem, em alguns
momentos, aparente. Não temos uma solução dada de forma definitiva que gere mais
segurança e agilize a vida da população urbana.
Há que se preocupar com uma saída. O poder púbico tem papel central. Ele precisa
de uma política de mobilidade que promova ações de ruptura com um ambiente
agressivo. Gere modais mais eficientes. Ônibus, taxis, Uber e bicicletas são
possibilidades que necessitam de ação dos governos em todas as suas esferas.
Há solução. Muitas delas são indigestas para a população que se desloca todos os
dias e ama o seu veículo particular motorizado. Porém, se não for feita uma mudança
“drástica” na política de mobilidade urbana, vamos pagar, cada vez mais, um preço
elevado, em número de vítimas.