Fiscais percorrem postos para análise de combustíveis em Maringá
Os fiscais também estão recolhendo notas de compra e venda para verificar se preços não estão abusivos.
atualização às 18h40: Segundo a Prefeitura de Maringá, nos sete postos fiscalizados não foram encontradas irregularidades. Todos foram notificados e devem apresentar as notas fiscais para comparação e acompanhamento dos preços. Além de documentos, os fiscais recolheram amostras de combustível e analisaram a qualidade na hora. Os empresários têm 10 dias corridos para entregar as notas solicitadas. A fiscalização segue até sexta-feira (15).
De repente, depois de um período de baixa, o preço dos combustíveis em Maringá voltou a subir e subiu bastante. Ninguém entendeu. Muito menos o Procon, que recebeu reclamação de pelo menos 50 consumidores. O preço médio do litro da gasolina na cidade esta semana é de 4 reais e 29 centavos.
Para se ter uma ideia o nosso ouvinte João Pedro Rosa disse que em Campo Mourão tem posto vendendo a gasolina a 3 reais e 73 centavos. Por isso o Procon decidiu iniciar uma grande operação de fiscalização. A gente conversou com o diretor do Procon, Felipe Martins, quando a operação estava começando.
Nós também acompanhamos os fiscais nos primeiros postos. Além de documentos eles recolheram amostras de combustível e analisaram a qualidade na hora. Nos dois primeiros postos, nada de irregular, como explica o agente do Procon, Bruno Bieli.
Num dos postos, o proprietário falou sobre a “guerra da concorrência” que muitas vezes força o empresário a baixar preços, mesmo correndo o risco de desequilibrar as finanças.
O resultado da análise documental não tem prazo para ficar pronto.