Finados: a história da família que há 30 anos vende flores artificiais

1/11/2024 / Atualizado em 25/10/2025 Por Luciana Peña
Finados: a história da família que há 30 anos vende flores artificiais

Nos dias que antecedem Finados, a família Bergamo, de Maringá, trabalha até à noite para montar vasos de flores artificiais. São flores de seda para evitar o mosquito da dengue. Até a matriarca, de 75 anos, se dedica ao trabalho manual. As vendas aumentam 200% neste período.

A família Bergamo era proprietária de uma funerária em Maringá.

E há 30 anos abriu uma floricultura em frente ao Cemitério Municipal.

A loja continua no mesmo endereço.

É uma empresa familiar.

E neste período do ano o trabalho aumenta muito.

As vendas aumentaram 200% e a família está fazendo hora extra para atender todos os pedidos.

O carro-chefe são as flores artificiais, feitas com seda e numa base de cimento.

É um trabalho que começa um mês antes, conta uma das proprietárias, Gislange Bergamo. [ouça o áudio]

As flores artificiais não podem ser de plástico e nem de E.V.A, por causa do acúmulo de água e risco de dengue, por isso o uso da seda. [ouça o áudio]

Gislange explica também que tem gente que prefere montar vasos em casa, mas utiliza pó de gesso e a Prefeitura recolhe e descarta para evitar acúmulo de água. [ouça o áudio]

A família Bergamo comprou uma betoneira para preparar o cimento que vai ser utilizado nos vasos. Até a matriarca, de 75 anos, trabalha na montagem. [ouça o áudio]

Nesta sexta-feira (1º), véspera de Finados, foi preciso convocar outros parentes para reforçar a equipe e estão todos trabalhando num mutirão familiar. [ouça o áudio]

As flores naturais vêm de produtores rurais de Maringá e região.

Foto: Arquivo pessoal