Deriva de agrotóxico causa prejuízo para produtores da região de Mandaguaçu
A situação, que afeta a produção de bicho-da-seda, foi denunciada à Adapar- Agência de Defesa Agropecuária do Paraná. Segundo a Associação de Sericicultores de Mandaguaçu, as famílias de arrendatários podem ‘passar fome’ por causa das perdas que chegam a 100%.
A produção de bicho-da-seda é uma das mais sensíveis aos agrotóxicos. O defensivo agrícola pulverizado em outras lavouras atinge as folhas de amoreiras, alimento do bicho-da-seda, que acaba morrendo.
Sericicultores de Mandaguaçu e região estão tendo muitos problemas nesta safra. O presidente da Asman- Associação dos Sericicultores de Mandaguaçu, José Pinheiro Gonçalves, diz que em alguns casos as perdas chegam a 100%.
A sericicultura é uma atividade da agricultura familiar, única fonte de renda em muitos casos.
As famílias que arrendam a terra estão na pior situação e podem passar fome se nada for feito, diz o produtor. [ouça o áudio acima]
No caso de José, ele até sabe de onde vem a contaminação, de um vizinho, que pagou uma indenização de 1.500 reais, mas o prejuízo é maior do que isso. [ouça o áudio acima]
As denúncias devem ser feitas à Adapar - Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, com material que comprove a chamada deriva de agrotóxico.[ouça o áudio acima]
A CBN não conseguiu contato com a Adapar.
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