Decreto não interferiu na decisão da UEM de suspender as aulas, diz prefeitura
Imagem Ilustrativa | Foto: Arquivo/ASC-UEM

Maringá

Decreto não interferiu na decisão da UEM de suspender as aulas, diz prefeitura

Cidade por Letícia Tristão em 20/01/2022 - 15:33

Segundo a UEM, a decisão de retornar ao ensino remoto se pautou nos dados epidemiológicos do município. A Prefeitura se manifestou dizendo que não menciona atividades escolares no último decreto.

A suspensão das aulas presenciais na UEM está repercutindo. Além dos alunos que estão revoltados com a decisão, após apenas três dias de retorno presencial, a Prefeitura de Maringá se manifestou dizendo que não emitiu determinações com relação às instituições de ensino em nenhuma das ações para tentar controlar os casos de Covid-19.

A UEM justificou a tomada de decisão de suspender as aulas a partir dos dados epidemiológicos da cidade, que apontam aumento no número de casos de coronavírus. Durante a coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (20), o reitor da UEM, Júlio Damasceno, disse que a determinação levava em consideração o último decreto municipal. [ouça o áudio acima]

Segundo a nota da prefeitura, o decreto “não fez referência alguma ao retorno às aulas em instituições de ensino da cidade”. De acordo com o secretário de Saúde, Marcelo Puzzi, a secretaria não interferiu na decisão da UEM. [ouça o áudio acima]

Por meio de Nota, a UEM se manifestou sobre o posicionamento da prefeitura dizendo que analisou os dados que constam no decreto. Na avaliação do Grupo de Trabalho Técnico de Enfrentamento à Covid, da UEM, os números indicam alto risco de contaminação por Covid-19 e, segundo decisão do CEP, Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, “impõe restrições às atividades letivas presenciais e determina retorno ao Ensino Remoto Emergencial.”

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