Como colocar a IA a serviço das empresas do agro?
Existe uma grande diferença entre usar Inteligência Artificial (IA) e obter retorno eficaz com ela. A IA pode fornecer uma quantidade inimaginável de informações e transformar o negócio.
No agro, o uso de inteligência artificial deve liberar agrônomos, gestores e operadores técnicos para o que realmente importa: criatividade na resolução de problemas complexos, visão estratégica diante das oscilações de mercado, empatia com as equipes e sensibilidade para lidar com um ambiente naturalmente imprevisível. Sem a inteligência humana para guiar, interpretar e refinar, os algoritmos mais avançados são apenas códigos.
Mas, um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), divulgado no último ano, apontou que cerca de 95% dos investimentos em Inteligência Artificial não geram retorno financeiro efetivo. Empresas, mundo afora, investem bilhões em projetos de IA generativa, mas apenas aproximadamente 5% conseguem transformar essas iniciativas em ganhos reais.
O problema está, exatamente, em como estruturar, organizar e direcionar essas informações para que se convertam em decisões mais assertivas, maior eficiência operacional e resultados concretos.
O CBN Rural conversou na edição de hoje com Fábio de Mello, da Brid Soluções, empresa sediada em Londrina, a respeito deste assunto.
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