Comerciantes espalham gentilezas pela cidade
Um exemplo é a dona de um restaurante, no centro de Maringá, que oferece cafezinho e bolachas para quem passa pela calçada. No começo da manhã, ainda com o restaurante fechado, Elaine Oliveira coloca uma garrafa de café sobre uma mesa com potes de bolacha e bandeja de bolo. Fica na calçada para quem quiser pegar. É de graça. Tem gente que estranha, desconfia, mas acaba enchendo o copinho. Afinal, quem dispensa um cafezinho? A Elaine começou a oferecer o café na calçada há uns três meses.
E tem uma turma que passa todo dia para tomar um cafezinho. São os coletores de lixo da prefeitura. É uma paradinha rápida, mas que anima o dia. Os coletores começam o batente bem cedo e quando passam em frente ao restaurante já estão com fome, diz o Ed Wilson Colombo.
O Ed Wilson Colombo
O Bruno Ramos, que também faz parte da equipe, diz que no começo eles estranharam o café na calçada, mas o cartaz que acompanha a gentileza encorajou o pessoal.
O Bruno Ramos
E quem está pelo centro, cansado de tanto bater perna, pode dar uma paradinha para descansar em frente à loja do Irineu Diotto. É outro exemplo de gentileza. O comerciante instalou um banco de madeira debaixo de uma árvore e em frente à loja. Tem sombra, e para tornar o espaço mais acolhedor, a árvore recebeu enfeites: passarinhos e vasinho de planta artificial. A ideia foi a da mulher do seu Irineu.
O Irineu Diotto
E outros lojistas, gostaram tanto, que vão copiar a ideia do seu Irineu. Quer dizer, vem mais gentileza por aí.