Política

Com 18 dos 23 votos, Majô (PP) é eleita presidente da Câmara de Maringá

23/03/2025 / Atualizado em 25/10/2025 Por Letícia Tristão
Com 18 dos 23 votos, Majô (PP) é eleita presidente da Câmara de Maringá
A eleição foi realizada neste domingo (23). | Foto: Letícia Tristão/CBN Maringá

Em uma sessão especial convocada pela presidência da Casa, a nova eleição a presidente da Câmara foi realizada neste domingo (23).

Com 18 dos 23 votos, Majô (PP) foi eleita presidente da Câmara. A primeira mulher a assumir a presidência do Legislativo de Maringá. [ouça o áudio] 

Na disputa pelo cargo de maior autoridade na Câmara, Cris Lauer (Novo) recebeu dois votos, o dela mesma e de Daniel Malvezzi (Novo). Flávio Mantovani também recebeu dois votos, o dele e de Lemuel. Sidnei Telles (Podemos) também votou no próprio nome.

Aos 35 anos, Majô exerce o primeiro mandato como vereadora. Ela está no partido com o maior número de cadeiras na Casa e teve o apoio da maioria dos vereadores. Foi apoiada também pelo Executivo. Segundo ela, o maior desafio à frente é a Reforma Tributária. [ouça o áudio] 

Depois da sessão especial, uma nova foi convocada para a eleição de primeiro secretário, cargo que até então era ocupado por Majô, que renunciou para assumir a presidência.

Para primeiro secretário, Mário Hossokawa recebeu 19 votos e foi eleito. [ouça o áudio] 

Para esse cargo, Daniel Malvezzi (Novo) recebeu dois votos, o dele e de Cris Lauer (Novo). Giselle Bianchini recebeu dois votos, o dela e de Sidnei Telles (Podemos). 

Durante a sessão, o então segundo secretário, Luiz Neto (Agir) renunciou ao cargo para assumir a liderança do Executivo na Câmara. Com isso, após uma nova eleição, o cargo de segundo secretário foi disputado e Odair Fogueteiro (PP) foi eleito pela maioria. [ouça o áudio] 

O prefeito Silvio Barros (PP) esteve presente na sessão e usou a tribuna para parabenizar a nova presidente. [ouça o áudio] 

O deputado federal Ricardo Barros (PP) também esteve presente na sessão. [ouça o áudio acima]

A mudança na Mesa Diretora da Câmara foi necessária após o afastamento definitivo de Mário Hossokawa (PP) da presidência por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).