“Caso Maria Glória é complexo, mas a polícia já tem muita informação”, diz delegado
O delegado chefe da 9ª Subdivisão Policial, Adão Wagner Loureiro Rodrigues, fala das dificuldades de investigação de crimes com grande repercussão social. Para ele, a população deve entender que o papel do investigador exige eficiência e o máximo de exatidão. Da mesma forma que se pode desvendar o autor de um assassinato, há a possibilidade de colocar um inocente na cena do crime. O delegado considera que o assassinato da bailarina de 25 anos está perto de ser solucionado.