Câmara rejeita urgência de projeto que revoga educação como serviço essencial

6/09/2022 / Atualizado em 26/10/2025 Por Letícia Tristão
Câmara rejeita urgência de projeto que revoga educação como serviço essencial

 É uma lei aprovada durante a pandemia que, segundo a vereadora autora do requerimento, impede que servidores da educação se mobilizem em greve. A maioria dos parlamentares não aprovou a urgência. 

O projeto revoga a lei que estabelece a educação como serviço essencial em Maringá. Essa lei foi aprovada no ano passado durante a pandemia, quando as escolas ainda estavam fechadas, com aulas remotas.

Agora a vereadora Ana Lúcia Rodrigues, do PDT, quer revogar a lei. Segundo ela, essa legislação impede que servidores da educação de Maringá se mobilizem em greve. [ouça o áudio acima]

Mas a parlamentar queria que o projeto fosse votado em regime de urgência, na sessão desta terça-feira (6). O requerimento foi rejeitado pela maioria dos vereadores.

Um dos parlamentares que pediu a rejeição foi um dos autores da lei, vereador Sidnei Telles, do Avante. [ouça o áudio acima]

O vereador Alex Chaves, do MDB, também entende que a lei não impede a mobilização dos professores e educadores. [ouça o áudio acima]

Por 11 votos a 3 os vereadores rejeitaram a urgência e o projeto vai tramitar normalmente pelas comissões permanentes, para então ser discutido em plenário.

Os servidores da educação de Maringá estão mobilizados sobre o piso do magistério, aguardando parecer do município.

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