Atividade gera renda e é uma terapia

16/09/2019 / Atualizado em 25/10/2025 Por Luciana Peña
Atividade gera renda e é uma terapia

Com a valorização do artigo artesanal, mais personalizado do que o industrial, o crochê está sendo resgatado. Nesta segunda-feira(16), um evento em Maringá comemorou o Dia do Crochê.

O crochê para muita gente lembra infância. Vem à mente a imagem da avó com agulha na mão e o novelo de linha no colo. Mas nem todas as avós conseguiram passar adiante a técnica do crochê, ainda mais depois que a indústria começou a produzir em série artigos de linha. Mas o crochê sobreviveu e está ganhando fôlego em pleno século da tecnologia. O que os consumidores  querem agora é o produto personalizado, feito sob medida, diz a professora de crochê do Senai, Fabiana da Cruz.

Nesta segunda-feira (16), a Prefeitura de Maringá promoveu um café da manhã, com música ao vivo para homenagear os artesãos que se dedicam ao crochê.  No dia 12 de setembro foi comemorado o Dia do Crochê. O secretário de Desenvolvimento Econômico Francisco Favoto diz que a atividade gera renda para muitas famílias na cidade.

E um curso oferecido pela prefeitura está ensinando mulheres a fazer crochê como fonte de renda e até terapia. A Zélia Rocha sabia muito pouco de crochê. Em apenas quinze dias de aulas já fez dois tapetes. Mas o melhor é que o crochê é uma distração.

Maringá tem 16 associações de artesanato credenciadas, com 300 artesãos