Saúde

Alta incidência de disfunção temporomandibular acende alerta

7/05/2026 / Atualizado em 7/05/2026 Por Brenda Caramaschi
Alta incidência de disfunção temporomandibular acende alerta
Imagem Ilustrativa | Foto: freepik

No Brasil, estima-se que a prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular varie entre 40 a 50% na população adulta, 20 a 30% entre os adolescentes e em torno de 16% em idosos. A disfunção temporomandibular compromete a articulação da mandíbula e pode provocar dores de cabeça recorrentes, bruxismo, dificuldade ao mastigar, zumbido, tontura e tensão na região cervical, mas muitos pacientes convivem com os sintomas por anos sem identificar corretamente a origem do problema.

Na fisioterapia existe uma especialidade dedicada a avaliar e tratar a DTM, que permite um diagnóstico preciso, envolve uma avaliação detalhada da articulação temporomandibular, da musculatura da face e do pescoço, da amplitude de abertura da boca, da presença de estalos ou desvios no movimento mandibular, além da análise postural e dos hábitos do paciente. O fisioterapeuta Rafael Sales lista alguns sinais de alerta para procurar avaliação especializada e explica que quando há desequilíbrio muscular ou articular, outras estruturas passam a compensar, gerando sobrecarga e dor crônica, desgaste dentário e prejuízos à mastigação e à qualidade do sono. Em entrevista à CBN Maringá, o especialista diz que é importante corrigir as causas e não apenas buscar o alívio momentâneo dos sintomas.