Acusação e defesa dão detalhes do processo
Jeniffer Tavares, de 16 anos, foi encontrada morta no dia 7 de maio. O corpo dela estava num terreno vazio. Dois irmãos são réus no processo: Carlos Alberto Dias, acusado de violentar, matar e ocultar o corpo de Jeniffer e Roberto Dias acusado de ajudar o irmão a ocultar o corpo. Esta semana foi divulgado o exame toxicológico que apontou a presença de álcool e cocaína em Jeniffer, mas nenhuma substância entorpecente em Carlos Alberto. O resultado põe em xeque a versão de Carlos Alberto de que ele e Jeniffer estariam usando drogas, num motel da cidade, e ela morreu de overdose. O advogado de defesa de Carlos Alberto, Raffael Benassi, diz que vai pedir um novo exame, mais preciso.
Já o assistente de acusação, o advogado Fausto Mochi diz que desconhece essa gravação.
O advogado defende a tese de que havia mais uma pessoa com Carlos Alberto e Jeniffer no motel. E que o crime foi premeditado.
Outra informação, que segundo a acusação estaria sendo omitida, é a de que Jeniffer gritou por socorro.
Raffael Benassi
Fausto Mochi
Raffael Benassi
Fausto Mochi
Fausto Mochi
Fausto Mochi
Ainda segundo o advogado Fausto Mochi, Jeniffer saiu de casa com um capacete porque iria andar de moto. E o capacete teria sido encontrado na casa de uma pessoa. Essa pessoa disse que o capacete foi entregue a ela pela mulher de Carlos Alberto.
A polícia foi acionada e deu início às buscas por Jeniffer após a família registrar o desaparecimento dela.
O advogado diz que Carlos Alberto tentou salvar Jeniffer e existe um áudio da chamada feita pelas camareiras do motel ao Samu que prova isso.