Tecnologia protege trabalhadores de EPIs falsificados
Um código para rastreio de tecidos, desenvolvido por uma startup de Maringá, terá a função de evitar que trabalhadores que atuam em atividades perigosas, como em plataformas de petróleo, utilizem equipamentos de proteção individual (EPI) falsificados. A proposta foi aprovada no segundo edital do Tecnova Paraná, do Governo do Estado. Com o aporte financeiro de R$ 259 mil, a empresa, que criou o código de rastreio de tecidos inédito no mundo, está adaptando a tecnologia para os tecidos técnicos, explica a engenheira têxtil Micheline Maia Teixeira, cofundadora da startup que desenvolveu a tecnologia.
Quer enviar sugestão, comentário, foto ou vídeo para a CBN Maringá? Faça contato pelo WhatsApp (44) 99877 9550