Empresário maringaense está detido na Papuda, em Brasília
O advogado Dr. Luiz Fernando Vilasboas, que defende um empresário maringaense que foi preso em Brasília, no dia 9 de janeiro, após manifestações no Congresso Nacional, falou com a equipe do GMC Online na manhã desta sexta-feira (20.
O maringaense que está preso preventivamente em Brasília tem idade entre 47 e 58 anos e não consta com antecedentes criminais.
Segundo Vilasboas, o maringaense não aparece em nenhuma filmagem ou fotografia durante os atos, mas participou de forma pacífica das manifestações.
Detido no Complexo Penitenciário da Papuda, o empresário de Maringá deverá aguardar o fim do inquérito instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob a jurisdição do Ministro Alexandre de Moraes.
Ainda, o maringaense pode responder pelos crimes de atos terroristas, inclusive preparatórios, associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, ameaça, perseguição, incitação ao crime e dano ao patrimônio público.
Ao todo, o advogado paranaense faz a defesa de 36 paranaenses que foram detidos na capital brasileira.
CONSELHEIRO TUTELAR DE MARINGÁ FLAGRADO EM ATOS EM BRASÍLIA PEDE AFASTAMENTO
O conselheiro tutelar Jesiel Carrara, de Maringá, pediu afastamento do cargo por 30 dias. A informação foi confirmada pela Prefeitura e pela Secretaria da Criança e do Adolescente de Maringá. O motivo do afastamento seria um tratamento psiquiátrico. O suplente já foi convocado para assumir o lugar dele no Conselho Tutelar.
Jesiel está sendo investigado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) pela participação nos atos antidemocráticos do dia 8 deste mês em Brasília e desde então segue incomunicável. O MP publicou a determinação de instauração de inquérito civil no dia 9 e, no documento, havia fixado um prazo máximo de 48 horas para que fossem comunicadas à Promotoria de Justiça as providências adotadas pelo Município sobre a conduta do conselheiro.
Ao GMC Online, a Prefeitura de Maringá informou que: “conforme determinação do Ministério Público – que abriu inquérito civil para investigar a conduta do conselheiro Jesiel Carrara -, o município abriu processo administrativo de sindicância, por meio da Secretaria de Gestão de Pessoas, com comissão instaurada”.
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